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A tirania de Bruxelas perdeu a vergonha na cara!
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A tirania de Bruxelas perdeu a vergonha na cara!

Resumo

A União Europeia tem implementado medidas como o Digital Services Act, a proibição de canais russos e o Chat Control, que sob pretextos de combate à desinformação e segurança pública, estabelecem mecanismos de controlo sobre a informação e vigilância das comunicações privadas. A estes somam-se novos encargos fiscais apresentados como solidários, mas que aprofundam o confisco sobre contribuintes portugueses já asfixiados por impostos directos, indirectos e taxas de toda a espécie. Este rumo revela um padrão de centralização de poder que contradiz os discursos sobre liberdade proferidos pelas instituições europeias.

A defesa das liberdades individuais exige o fim da censura administrativa, da vigilância generalizada e do saque fiscal disfarçado de solidariedade. Um Estado limitado restringir-se-ia às funções de soberania, privatizaria os órgãos de comunicação social, extinguiria reguladores que funcionam como tutores da expressão e eliminaria a publicidade institucional financiada por dinheiro público. A liberdade genuína não carece de permissão nem de manual de instruções — exige apenas que o Estado deixe de interferir na vida dos cidadãos.

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  • O contribuinte português que vê o seu salário devorado por impostosvai compreender como o seu dinheiro é confiscado e transferido para fora enquanto Bruxelas lhe dá lições de moralidade
  • O cidadão que valoriza a privacidade nas suas comunicações digitaisvai descobrir que o Chat Control é vigilância massiva disfarçada de proteção, onde toda a população é tratada como suspeita permanente
  • O defensor da liberdade de expressão que ainda confia nas instituições europeiasvai perceber que o Digital Services Act é censura administrativa sem tribunal, sem contraditório e sem qualquer possibilidade de recurso

Eufemismo Político - O Estado renomeia a coerção com termos moralmente positivos: o Digital Services Act é "escudo da democracia", a censura a canais russos é "defesa do espaço informativo", a vigilância em massa é "combate à pedofilia", e as transferências forçadas são "solidariedade" — linguagem que disfarça o confisco e o controlo sob um véu de virtude.
Apelo ao Medo Moral - O poder político blindou o Chat Control invocando o combate à pedofilia, uma causa intocável que torna qualquer questionamento eticamente suspeito; da mesma forma, a "luta contra a desinformação" e a "defesa da democracia" funcionam como pretextos emocionais para justificar medidas que, noutro contexto, seriam reconhecidas como autoritárias.
Falsa Dicotomia - Bruxelas constrói uma narrativa maniqueísta onde quem questiona as suas políticas é automaticamente classificado como "anti-europeu" ou "irresponsável", enquanto quem aplaude o confisco e o controlo é elevado a cidadão modelo — eliminando assim qualquer espaço para debate legítimo sobre o equilíbrio entre liberdade individual e poder estatal.

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