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Voltaram os palhaços do terror: os especialistas Covid
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Voltaram os palhaços do terror: os especialistas Covid

Resumo

Nova campanha de alarmismo sanitário emerge apesar dos dados contradizendo a narrativa: apenas 34 casos de gripe em unidades de cuidados intensivos e 8% de ocupação de camas. A histeria mediática funciona como instrumento de controlo político, permitindo que o Estado justifique medidas de excepção sem qualquer emergência real.

A propriedade intelectual sobre vacinas e compostos químicos cria monopólios artificiais que transformam a ciência num negócio lucrativo protegido por decreto. O contribuinte financia à força esquemas de compra estatal sem avaliação séria de eficácia, enquanto a liberdade individual é sacrificada em nome de uma chantagem sanitária que serve apenas para concentrar poder e riqueza nas elites políticas.

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  • O contribuinte que viu o seu dinheiro ser desviado para campanhas de vacinação em massavai compreender como o Estado usa o medo para justificar saques fiscais e enriquecer os seus aliados
  • O profissional de saúde obrigado a cumprir orientações contraditórias da DGSvai reconhecer que a regulamentação estatal serve interesses políticos, não a saúde dos doentes
  • O jovem que perdeu dois anos de vida por causa de confinamentos arbitráriosvai entender que os decretos governamentais nunca tiveram como objetivo protegê-lo, mas sim controlá-lo

Fabrico de Histeria - O Estado mantém a narrativa de emergência sanitária mesmo com dados que a desmontam completamente: apenas 34 casos de gripe em unidades de cuidados intensivos e 8% de ocupação de camas; o governo convoca o país não por existir qualquer ameaça real, mas porque "a histeria é o instrumento do governo mais eficaz do nosso tempo" para justificar poder, controlo e transferência de riqueza para os plutocratas que orbitam o poder político.
Monopólio Artificial - O Estado cria escassez fictícia através da propriedade intelectual sobre fórmulas e compostos químicos que poderiam ser replicados infinitamente, transformando a ciência numa "mina de ouro" onde o produtor deixa de servir o cliente para agradar ao regulador; o negócio perfeito consiste em decretar monopólios, comprar milhões de unidades com dinheiro alheio sem avaliação séria de eficácia e distribuir "gratuitamente" com lucro garantido para as farmacêuticas e custo imposto aos contribuintes que nunca consentiram.
Símbolos de Submissão - O Estado impõe ritualmente "fraldas faciais" não pela sua utilidade médica, mas como objetos cuja função única é "humilhar, disciplinar, lembrar quem manda"; a discrepância entre o discurso de emergência e o comportamento real dos governantes — que não seguem as próprias restrições que impõem — revela que não existe ameaça sanitária genuína, apenas uma oportunidade política para consolidar controlo através do medo.

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