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Os bandidos acertaram contas entre eles, de forma "limpa"!
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Os bandidos acertaram contas entre eles, de forma "limpa"!

Resumo

A classe política resolveu disputas internas sem qualquer custo para quem realmente paga as contas — o contribuinte. Este tipo de arranjo entre elites governantes revela como o Estado funciona como clube fechado, onde os conflitos se resolvem sem responsabilização real perante quem sustenta o sistema através de impostos obrigatórios.

O verdadeiro problema não é como os políticos se entendem entre si, mas sim o facto de o Estado deter o monopólio da coerção para extrair recursos dos cidadãos. Enquanto o poder centralizado permitir que poucos decidam sobre a vida e o bolso de muitos, estes "acertos de contas" continuarão a acontecer às custas da liberdade individual e da propriedade privada.

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  • Contribuintes portuguesesvão perceber que as contas públicas são ajustadas às custas do seu bolso, enquanto o Estado protege os seus
  • Eleitores desiludidos com a classe políticavão reconhecer o cinismo de quem governa para servir interesses próprios, não o cidadão comum
  • Jovens trabalhadores do setor privadovão entender que o sistema favorece sempre os mesmos, enquanto quem produz riqueza paga a festa

Eufemismo Institucional - O Estado e os meios de comunicação classificam acordos obscuros entre elites políticas como processos "limpos" ou "institucionais", usando linguagem positiva para camuflar conluios que excluem os cidadãos do escrutínio democrático.
Falsa Transparência - O poder político apresenta resoluções internas entre facções como resultado de mecanismos normais e saudáveis, quando na realidade são negociações fechadas entre privilegiados que protegem interesses próprios à custa dos contribuintes.
Normalização da Corrupção - Ao rotular conluios entre figuras do establishment como "acerto de contas limpo", o sistema político e os meios de comunicação habituam a população a aceitar como legítimo aquilo que seria criminoso se praticado por cidadãos comuns.

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