
GOVERNO VAI CAIR ?! + Como o Governo te rouba c/ Luís Alves Gomes | Zuga Podcast #173
Resumo
A instabilidade política em Portugal intensifica-se com a possibilidade de queda do Governo, enquanto a carga fiscal continua a esmagar os contribuintes através de impostos sobre salários, consumo e poupança. O debate público ignora frequentemente a raiz dos problemas económicos: a expansão monetária dos bancos centrais que destrói o poder de compra e transfere riqueza dos cidadãos para o Estado e instituições financeiras privilegiadas. O confisco histórico do ouro privado nos Estados Unidos em 1933 demonstra como o poder político pode violar a propriedade individual sempre que convém aos seus interesses.
A verdadeira solução para a crise económica portuguesa passa pela redução drástica do Estado, eliminação de impostos coercivos e restauração do direito à propriedade privada como fundamento da liberdade. O sistema de reservas fracionárias e a impressão monetária contínua beneficiam apenas quem recebe o dinheiro primeiro — bancos e governo — enquanto a população suporta a inflação resultante e a perda de poder aquisitivo. Sem um Estado mínimo limitado à proteção de direitos individuais, o ciclo de empobrecimento e dependência estatal continuará a destruir a prosperidade das famílias portuguesas.
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- Trabalhadores que recebem o seu salário e não compreendem para onde vai tanto dinheiro — este episódio explica exatamente quanto o Estado retém através de IVA, IRS e outras taxas, mostrando que a carga fiscal em Portugal é muito superior àquela que a maioria imagina.
- Jovens que sentem que os preços sobem mas os salários não acompanham — a conversa desmonta o mito de que a inflação é um fenómeno natural e explica como a expansão monetária dos bancos centrais destrói o poder de compra de quem trabalha.
- Pessoas que desconfiam do sistema político mas não encontram alternativas — o debate apresenta o Partido Libertário e discute como organizar uma resposta política coerente face a um Estado que se financia através da coerção e não do consentimento voluntário.
Informações
em 23 de fevereiro de 2026
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