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A inflação não existe: o problema são as pessoas, diz o Expresso
Site· ContraProva· Luís Gomes

A inflação não existe: o problema são as pessoas, diz o Expresso

Resumo

A presidente do Banco Central Europeu afirma que os cidadãos exageram a inflação em 1,2 pontos percentuais, sugerindo que o problema reside na perceção pública e não na política monetária. Esta narrativa desvia a atenção da expansão histórica do balanço do BCE e da criação massiva de dinheiro que antecedeu a subida generalizada dos preços. O enquadramento adoptado omite os agregados monetários e apresenta os europeus como vítimas de uma ilusão colectiva, em vez de vítimas da desvalorização monetária sistemática.

A inflação resulta sempre da expansão da massa monetária, não de falhas psicológicas dos cidadãos que pagam mais no supermercado e vêem os seus salários perderem poder de compra. O BCE destruiu o valor da moeda através de anos de criação de dinheiro, e agora tenta transferir a responsabilidade para quem sofre as consequências no dia-a-dia. A verdadeira distorção está nas estatísticas oficiais que ocultam a perda de valor da moeda, não no bolso das famílias que sente o impacto real de cada compra.

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  • O trabalhador que vê o cabaz de compras disparar de preço mas ouve no noticiário que está tudo controladovai entender que o problema não é a sua perceção, é a impressora de dinheiro do BCE
  • O amigo que ainda confia na imprensa mainstreame precisa de ver como os jornais ocultam dados essenciais para proteger a narrativa oficial sobre a inflação
  • O familiar que reclama dos salários estagnadosmas ainda não ligou isso à destruição sistemática do poder de compra causada pela expansão monetária desenfreada

Distorção da Realidade - O BCE e o Expresso negam a experiência vivida pelos cidadãos, afirmando que a inflação é uma "perceção" errada e não uma consequência objetiva da expansão monetária, fazendo as pessoas duvidarem da sua própria experiência de perda de poder de compra causada pela criação artificial de dinheiro.
Ocultação de Causas - Omitem-se deliberadamente a relação entre a expansão histórica do balanço do BCE, o aumento dos agregados monetários e a subida dos preços, escondendo que a inflação resulta sempre da emissão de moeda fiduciária sem lastro e nunca de "perceções" ou "psicologia" dos cidadãos.
Patologização da Crítica - Enquadra-se o descontentamento legítimo dos cidadãos como um problema "psicológico" ou "clínico", sugerindo que as pessoas "sentem demais" ou "recordam demais", em vez de reconhecer que a sua perceção reflete a destruição real do poder de compra provocada pelas políticas de banco central.

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