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Inflação: o imposto que ninguém vê
Site· Página Um· Luís Gomes

Inflação: o imposto que ninguém vê

Resumo

A inflação não é um fenómeno atmosférico nem resultado da ganância dos empresários, mas sim a consequência directa da expansão monetária decidida pelos bancos centrais. Quando novas unidades monetárias entram na economia por via de crédito criado do nada, quem as recebe primeiro beneficia de preços ainda não ajustados, enquanto trabalhadores e poupadores vêem o seu poder de compra corroído. Esta transferência silenciosa de riqueza funciona como um imposto oculto que não requer aprovação parlamentar nem debate público.

A narrativa oficial redefiniu inflação como "subida de preços" para desviar a atenção de quem verdadeiramente controla a impressora monetária e assim proteger o sistema de reservas fraccionárias que sustenta o financiamento estatal. A defesa do bolso dos cidadãos exige acabar com este mecanismo de confiscação silenciosa através de disciplina monetária genuína e fim do monopólio estatal sobre a moeda.

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  • O trabalhador que vê o salário perder valorvai compreender que a inflação não é fatalidade, mas sim um imposto oculto que transfere o seu poder de compra para quem controla a impressora.
  • O jovem que quer comprar casavai entender porque os preços dos imóveis fogem ao seu alcance enquanto os detentores de activos se protegem da erosão monetária.
  • O poupador cautelosovai descobrir como o sistema penaliza a prudência e recompensa o endividamento, destruindo lentamente as suas poupanças em depósitos bancários.

Redefinição Semântica - O Estado e os media alteraram deliberadamente o conceito de inflação de "expansão monetária" para "subida generalizada de preços", permitindo atribuir a culpa a empresários, especuladores e factores externos em vez de ao Banco Central que cria dinheiro do nada.
Naturalização do Fenómeno - A linguagem oficial apresenta a inflação como uma força da natureza — "os preços estão a subir", "a inflação acelerou ou abrandou" — como se fosse uma maré ou um fenómeno atmosférico, escondendo que resulta de decisões administrativas deliberadas de burocratas que controlam a impressora monetária.
Desvio de Responsabilidade - Quando os preços sobem, a narrativa estatal aponta sistematicamente para o mercado, a ganância dos empresários, as rupturas das cadeias de abastecimento, a guerra ou o clima — nunca para o emissor da moeda que, ao creditar contas bancárias por mero registo electrónico, transfere poder de compra dos que recebem por último para os primeiros receptores do dinheiro novo.

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