
As falhas de mercado: outra mentira do nosso tempo

Resumo
As chamadas "falhas de mercado" são invocadas há décadas para justificar a intervenção estatal na economia, apresentando o mercado livre como instável, injusto e incapaz de funcionar sem regulação. Este argumento serve de base académica para expandir continuamente o poder do Estado sobre a vida dos cidadãos e as suas escolhas económicas.
Na realidade, as supostas falhas não passam de juízos morais disfarçados de análise económica, sem qualquer unidade de medida real. O mercado coordena espontaneamente milhões de decisões voluntárias através dos preços, enquanto as crises resultam precisamente da intervenção estatal na moeda e no crédito — inflação artificial, juros manipulados e barreiras à concorrência são a verdadeira origem dos problemas que depois se atribuem ao livre mercado.
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- Estudantes de economia — porque os manuais universitários repetem esta teoria de forma acrítica e eles precisam de conhecer o contra-argumento austríaco antes de aceitar a doutrina keynesiana sem questionar
- Empreendedores portugueses — visto que são as principais vítimas da regulação justificada por estas supostas falhas e merecem ter argumentos sólidos para defender a sua actividade livre
- Jovens profissionais — uma vez que vão passar a vida a pagar impostos que financiam estas intervenções e têm direito a saber que as justificações académicas são moralismo disfarçado de ciência
Informações
em 24 de fevereiro de 2026
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