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Resumo
O Douro enfrenta êxodo demográfico e salários baixos devido à intervenção estatal no sector vinícola, onde o IVDP controla produção, preços e rotulagem desde 1933. O sistema de quotas beneficia grandes grupos em detrimento dos pequenos agricultores, contribuindo para uma queda de 25% nas vendas de Vinho do Porto desde 2005.
A abolição do planeamento central e a liberdade de mercado permitiriam aos produtores definir preços e volumes conforme a soberania dos consumidores. Sem barreiras estatais, a concorrência elevaria salários e atrairia investimento, acabando com o oligopólio que mantém a região empobrecida.
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