Voltar ao repositório
Website· Mises Portugal· Jeffery L. Degner, Instituto Mises Portugal

Recuperando as Raízes Anti-Estatais do Natal

Recuperando as Raízes Anti-Estatais do Natal

Resumo

A quadra natalícia oferece uma oportunidade única para refletir sobre o contraste fundamental entre dois modelos de organização social: as associações voluntárias que promovem a vida e o Estado que sistematicamente gera guerra, sofrimento e morte. A própria narrativa do Advento ilustra esta tensão ao relatar como Herodes, agente estatal, procurou exterminar o Príncipe da Paz ainda na infância, demonstrando que o poder político odeia qualquer desafio às suas pretensões de domínio total.

As celebrações familiares, a troca de presentes e os atos de generosidade espontânea comprovam que a cooperação voluntária prescinde completamente da coerção governamental. Resistir à tirania — fosse aos éditos arbitrários da pandemia ou ao belicismo estatal — constitui um dever moral que honra tanto a dignidade humana como a liberdade. As instituições naturais da sociedade civil opõem-se às depredações do Estado e oferecem as condições genuínas para o florescimento das pessoas.

Ver fonte original

Partilha este artigo com:

  • Cristãos que nunca relacionaram a sua fé com a liberdadeeste texto mostra como a própria narrativa do Natal contém uma crítica feroz ao poder estatal, desde Herodes até aos tiranos modernos.
  • Familiares que defendem o estado como necessário para o bem-estar socialos argumentos sobre associações voluntárias e a Trégua de 1914 demonstram que a cooperação humana prescinde completamente da coerção governamental.
  • Activistas que enfrentaram a covid-ocracia e outras formas de arbítrio estatalo artigo valida a resistência como um acto de honra e oferece bases filosóficas para continuar a desafiar os abusos do poder.
Divinização do Estado - O Estado apresenta-se como entidade onisciente e omnipotente, exigindo lealdade absoluta e rejeitando qualquer desafio às suas pretensões, tal como Herodes que procurou eliminar o Príncipe da Paz ainda na infância por representar uma ameaça ao seu poder.
Exploração do Medo através de Crises - O Estado fabrica ou aproveita emergências — como a "covid-ocracia", guerras e o complexo militar-industrial — para impor éditos arbitrários e expandir o seu controlo, justificando a coerção como proteção necessária.
Ocultação de Alternativas Voluntárias - O Estado esconde deliberadamente que as associações voluntárias de família, amigos, trabalho produtivo e caridade funcionam sem necessidade de coerção, mantendo a ficção de que a sociedade depende da intervenção estatal para prosperar.

Informações

Jeffery L. Degner, Instituto Mises Portugal
26 de dezembro de 2025
Website
Submetido por pedro.figueiredo
em 23 de fevereiro de 2026

Conteúdo relacionado