

O criminoso Estado: 16 mil assassínios anuais em nome de um “direito”
Resumo
O Estado português impôs restrições severas às liberdades individuais durante a pandemia, incluindo confinamentos sem mandado judicial ou acusação formal. Esta concentração de poder executivo revela a capacidade coerciva inerente ao aparelho estatal quando assume funções de "protetor" da sociedade. A mesma lógica intervencionista que suspendeu direitos fundamentais por despacho administrativo se manifesta noutras áreas sensíveis, incluindo a questão do aborto com os 16 mil casos anuais referidos.
A violação sistemática de direitos naturais demonstra que qualquer monopólio da violência tende a expandir-se em detrimento da autonomia individual. A coerção estatal, seja através de confinamentos arbitrários ou da legalização de práticas que ceifam vidas humanas, contradiz o princípio da não-agressão e a proteção do direito à vida. Limitar o poder governamental constitui a única salvaguarda contra um sistema que se arroga o direito de definir quem merece proteção legal.
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- O cidadão que ainda confia no Estado como protetor — vai perceber como o poder se expandiu sob o pretexto de emergências fabricadas
- O ativista dos direitos individuais — vai encontrar argumentos sólidos contra a suspensão arbitrária de liberdades fundamentais
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Informações
em 2 de março de 2026
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