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Crítica Rothbardiana ao Conceito de Estado
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Crítica Rothbardiana ao Conceito de Estado

Resumo

A obra de Murray Rothbard identifica o estado como uma organização criminosa que se sustenta através do roubo sistemático e pelo monopólio da força sobre um território. Segundo esta perspetiva, existem apenas duas formas de obter riqueza: o meio económico, baseado na produção e troca voluntária, e o meio político, que consiste na apropriação coerciva do trabalho alheio. O estado representa a institucionalização do meio político, funcionando como um mecanismo de depredação que se coloca acima dos cidadãos.

A crítica estende-se ao chamado "estado mínimo", cujos defensores acreditam ser possível limitar constitucionalmente o poder estatal, mas a história demonstra que qualquer forma de coerção centralizada tende a expandir-se irreversivelmente. A verdadeira liberdade exige que segurança, justiça e defesa sejam providenciados pelo mercado, sem que nenhum grupo detenha o monopólio da violência legitimada. Os impostos, independentemente da sua magnitude, constituem sempre uma agressão à propriedade privada e uma violação dos direitos naturais do indivíduo.

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  • O contribuinte que questiona o peso dos impostos no seu bolsovai compreender por que o estado funciona como um mecanismo de roubo sistemático e não como a instituição "protetora" que a propaganda oficial vende.
  • O estudante de economia ou de ciência políticavai descobrir a perspetiva austríaca sobre a origem predatória do estado, uma visão que os manuais académicos escondem deliberadamente.
  • O defensor do "estado mínimo" que acredita ser possível limitar o podervai entender por que a minarquia é uma contradição lógica que inevitavelmente conduz ao totalitarismo.

Aliança com Intelectuais - O estado assegura "apoio da maioria" através de uma "aliança com um grupo de intelectuais formadores de opinião que são recompensados com uma parcela do seu poder e da sua pilhagem", comprando assim legitimidade académica e mediática para a sua existência e para disfarçar a natureza predatória dos impostos enquanto "roubo de grande escala".
Eufemismo Institucional - O estado camufla a coerção através de linguagem que apresenta o confisco como "funções importantes e necessárias", criando a ilusão de que serviços como polícia, bombeiros e manutenção de ruas só podem existir através do monopólio estatal, quando na verdade são "caros e ineficientes" e poderiam ser prestados pelo mercado sem recorrer ao roubo sistemático.
Exploração de Crises - O estado utiliza "situações de guerra" para elevar o seu poder "ao extremo, impondo a tirania, que em tempos de paz teria resistência", manipulando o medo colectivo para justificar expansões de poder, aumento de impostos e "assassinato em massa" que seriam inaceitáveis em contexto normal, ocultando que "a guerra é a saúde do estado".

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