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MAL à procura de uma sinecura em Bruxelas
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MAL à procura de uma sinecura em Bruxelas

Resumo

A proposta de um Cartão Europeu de Vacinação representa mais uma ferramenta de centralização burocrática que permite a funcionários de Bruxelas registar e classificar cidadãos com base no seu estatuto sanitário. O precedente foi estabelecido durante a pandemia, quando certificados apresentados como temporários e inofensivos se transformaram em instrumentos de segregação que impediram pessoas de trabalhar, circular e exercer direitos básicos.

A verdadeira liberdade exige limites rigorosos ao poder estatal, especialmente quando este pretende controlar o corpo, a circulação e as escolhas individuais dos cidadãos. Instrumentos administrativos deste tipo não se avaliam pelo que fazem hoje, mas pelo poder de coerção que concentram para o futuro — e confiar que governos se autolimitarão voluntariamente é ignorar a lição fundamental dos últimos anos.

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  • O eleitor da Iniciativa Liberalprecisa de saber que o partido não cumpre a sua função de contrapeso ao poder e se torna correia de transmissão do establishment europeu
  • O cético em relação ao Cartão de Vacinaçãovai encontrar argumentos sólidos sobre como instrumentos aparentemente inofensivos se transformam em mecanismos de controlo e segregaçã
  • O defensor da liberdade individualvai perceber que liberalismo verdadeiro é defender limites ao poder, não repetir a linguagem institucional disfarçada de "pró-ciência"

Rotulagem Desqualificadora - O deputado "liberal" bloqueia o debate desde o início ao classificar qualquer objecção de "alarmismo" ou "teoria da conspiração", uma táctica retórica clássica do poder para evitar discussão sobre limites e princípios.
Falsa Tranquilização Administrativa - A linguagem repetida de que o cartão "não impõe vacinação" e "não suspende direitos" é idêntica à usada em 2021 sobre o certificado Covid, que depois serviu para proibir cidadãos de trabalhar, circular e exercer direitos básicos com base num estatuto sanitário definido por burocratas.
Instrumentalização Moral das Crianças - O Estado invoca a protecção infantil para justificar a criação de instrumentos de controlo, ignorando que as mesmas forças políticas impuseram vacinas experimentais a menores com risco estatisticamente residual e promovem o aborto, revelando que o argumento de "protecção" é puramente retórico.

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