
A Revolta Ambientalista contra a Humanidade

Resumo
Uma nova corrente ideológica defende que a existência humana é prejudicial para o planeta, propondo o fim da reprodução e até o suicídio como soluções para restaurar um pretenso equilíbrio natural. Estas ideias, que ganham espaço no debate público através de obras como a de Adam Kirsch, partem do pressuposto de que a prosperidade e o conforto humano são males a eliminar.
A liberdade individual e o direito à vida são valores fundamentais que nenhuma ideologia pode legitimamente negar ou sacrificar em nome de abstrações ecológicas. A busca da felicidade e do progresso material, longe de ser um pecado, constitui o motor da civilização e deve ser defendida contra quem pretende impor o declínio e a miséria em nome de uma natureza romantizada.
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- Amigos envolvidos no ativismo climático — para compreenderem como certas correntes extremistas do movimento ambientalista defendem abertamente o fim da espécie humana e a cessação da reprodução
- Estudantes de filosofia e ciência política — para analisarem criticamente a noção de valores intrínsecos desligados do ser humano e o problema da motivação moral em teorias anti-humanistas
- Defensores da liberdade individual e do progresso humano — para identificarem as raízes ideológicas de discursos que demonizam a prosperidade, o conforto e o florescimento das pessoas em nome de um suposto equilíbrio da natureza
Informações
em 23 de fevereiro de 2026
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