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A Evolução Tecnológica e o Monopólio Estatal do Conhecimento

A Evolução Tecnológica e o Monopólio Estatal do Conhecimento

Resumo

O monopólio estatal sobre a educação e a disseminação do conhecimento está a ser desafiado pela revolução tecnológica, com a Internet e plataformas digitais a permitir acesso livre a informação que antes estava confinada às instituições oficiais. Este cenário representa uma oportunidade histórica para questionar as narrativas impostas pelos sistemas educativos controlados pelos governos, que durante décadas moldaram a percepção da legitimidade do poder político.

A liberdade de acesso ao conhecimento pode minar a base de legitimação de que o estado necessita para impor a sua vontade através da coerção fiscal e regulamentar. Contudo, essa mesma tecnologia pode ser instrumentalizada para vigilância e controlo, tornando essencial a disseminação consciente de ideias que defendam a soberania individual contra novas formas de dominação política.

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  • Professores e educadores que questionam o monopólio estatal do ensinoo texto explica como o sistema educativo oficial molda crenças sobre o estado e como a tecnologia pode quebrar este controlo
  • Jovens estudantes universitáriosa obra mostra como plataformas como a Khan Academy e a Coursera democratizam o acesso ao conhecimento e permitem desafiar o saber oficial imposto pelos currículos
  • Activistas e simpatizantes libertárioso artigo oferece uma estratégia concreta para difundir ideias de liberdade utilizando as novas tecnologias e enfraquecer a base de legitimação do estado
Monopólio do Conhecimento - O Estado controla o sistema educativo desde o básico até ao universitário, criando um saber oficial com "selo de respeitabilidade" que exclui autores e teorias críticas, como as de Robert Carneiro ou Charles Tilly sobre a origem do Estado, moldando assim a perceção da população sobre democracia, eleições e o próprio Estado.
Indoctrinação via Currículo Oficial - A maioria das pessoas aderce às posições ideológicas sobre o Estado e a democracia através do sistema escolar e nunca as questiona criticamente, pois os currículos são aprovados pelos ministérios e reproduzem a narrativa que legitima o poder estatal, criando uma base de aceitação passiva que o Estado precisa para persistir.
Censura por Omissão - O Estado relega para o esquecimento ideias e autores que desafiam a sua legitimidade, não através de proibição explícita, mas pela exclusão sistemática dos programas escolares e meios de comunicação, dificultando o acesso a conhecimento crítico e reservando-o a pequenos grupos de especialistas cujas conclusões raramente chegam ao público geral.

Informações

Miguel Anxo Bastos
5 de novembro de 2025
Website
Submetido por pedro.figueiredo
em 23 de fevereiro de 2026

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