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O Quadro Analítico de Mises Mantém-se como Referência

O Quadro Analítico de Mises Mantém-se como Referência

Resumo

O quadro analítico de Ludwig von Mises mantém-se essencial para compreender a economia e a política contemporâneas, num contexto de expansão persistente do poder estatal. A teoria do cálculo económico demonstra que os planificadores centrais falham sempre na alocação de recursos por não disporem de preços reais dos bens de produção.

A inflação resultante da expansão monetária dos bancos centrais destrói o poder de compra dos cidadãos e gera ciclos de crise financeira. A defesa da liberdade individual contra a intervenção estatal surge como resposta necessária à vigilância, censura e repressão que caracterizam a atualidade.

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  • Estudantes de economia que só ouviram falar de Keynes na universidade e precisam de conhecer a crítica austríaca ao intervencionismo estatal
  • Trabalhadores que veem o seu salário perder valor todos os meses e não entendem por que razão os preços sobem constantemente
  • Eleitores desiludidos com promessas políticas que querem compreender por que motivo o Estado falha sempre que tenta resolver problemas sociais
Ocultação de Alternativas - O Estado e os meios de comunicação da corrente dominante apresentam o intervencionismo e o keynesianismo como única resposta possível às crises, ocultando que o cálculo económico de Mises demonstrou a impossibilidade racional do planeamento central e que o mercado livre coordena espontaneamente as preferências individuais sem necessidade de coação.
Eufemismo Técnico - A linguagem estatal mascara a realidade da expansão monetária: "estímulo económico" e "política acomodatícia" escondem a inflação que destrói o poder de compra dos cidadãos; "regulação" disfarça a distorção de preços que impede o cálculo económico racional; "medidas excepcionais" normalizam a permanente agressão governamental.
Criação-Problema-Solução - O Estado gera crises através da manipulação monetária e da expansão artificial do crédito, tal como Mises descreveu na sua teoria do ciclo económico, para depois apresentar mais intervenção, mais endividamento e mais controlo como solução necessária para problemas causados exatamente pela intervenção anterior.

Informações

Conor Sanderson, Instituto Mises Portugal
9 de fevereiro de 2026
Website
Submetido por pedro.figueiredo
em 23 de fevereiro de 2026

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