O Cartalismo e a Desonestidade Intelectual de Keynes

Resumo
A Teoria Monetária Moderna e o cartalismo sustentam que a moeda é uma criação estatal, ridicularizando a tese de Menger e Mises sobre a origem espontânea do dinheiro através do escambo voluntário. Keynes elogiou o artigo de A. Mitchell Innes de 1913 como fundamentação histórica do cartalismo, apesar de este trabalho não conter quaisquer referências ou citações de fontes — uma omissão grave que o próprio reconheceu.
Registos históricos da América colonial contradizem frontalmente esta narrativa: tabaco na Virgínia, arroz na Carolina do Sul e açúcar nas ilhas funcionaram como meios de troca geralmente aceites antes de qualquer intervenção governamental. A falsificação histórica do cartalismo serve para justificar o monopólio estatal sobre a moeda, permitindo a expansão monetária que gera inflação e destrói o poder de compra dos cidadãos. A verdade sobre a origem do dinheiro é fundamental para questionar a legitimidade dos bancos centrais.
Partilha este artigo com:
- Estudantes de economia cansados de ouvir apenas a versão keynesiana nas aulas — este texto mostra que a história monetária oficial tem falhas graves e que a teoria austríaca explica a origem da moeda de forma mais consistente com os factos.
- Simpatizantes da MMT que aceitam sem questionar que o Estado criou a moeda — a evidência histórica apresentada sobre o tabaco na Virgínia e outras mercadorias-mercado contradiz diretamente essa narrativa e merece reflexão honesta.
- Investidores preocupados com a inflação provocada pelos bancos centrais — entender as raízes intelectuais do cartalismo ajuda a compreender porque é que os governos insistem em monopolizar a moeda e destruir o poder de compra das famílias.
Informações
em 22 de fevereiro de 2026



