Distribuição Virtuosa do Livre Mercado vs. Redistribuição Nefasta do Estado

Resumo
A redistribuição estatal está na raiz dos problemas que assolam as sociedades ocidentais, interferindo com a distribuição natural que o livre mercado faz dos recursos. Enquanto o mercado tende a equalizar preços, salários e taxas de juro através da livre concorrência, o estado impõe artificialmente uma segunda distribuição que sufoca este processo. A intervenção burocrática baseia-se na premissa errada de que a distribuição original é falha, quando na verdade resulta de milhões de trocas voluntárias entre indivíduos livres.
A redistribuição é não só ineficiente — com agências estatais a absorver até três quartos do dinheiro tributado em custos administrativos — como imoral por violar direitos de propriedade privada sem consentimento. A inflação, uma forma oculta de redistribuição através da expansão monetária, funciona como imposto regressivo que penaliza mais os menos abastados via efeito Cantillon. O resultado é menos investimento, menos criação de riqueza e uma sociedade mais pobre para todos.
Partilha este artigo com:
- O contribuinte que vê o seu salário dizimado por impostos — este texto explica por que essa coação não é apenas ineficiente mas moralmente errada, e como o estado desperdiça até três quartos de cada euro que extorque.
- O jovem que acredita na "justiça social" e na igualdade de resultados — o artigo desfaz o mito de que a redistribuição ajuda os mais pobres, mostrando como o livre mercado é o único sistema que realmente coordena as necessidades dos consumidores.
- O poupador que vê a sua riqueza derretida pela inflação — este conteúdo revela como a expansão monetária dos bancos centrais é um esquema de redistribuição oculta que atinge com mais força quem menos tem.
Informações
em 22 de fevereiro de 2026



