
Orçamento do Estado: um assalto que se renova

Resumo
O Orçamento do Estado para 2026 prevê confiscar cerca de treze mil euros por cidadão por ano, através de um sistema fiscal que apenas redistribui o que primeiro extorque. Desde a década de setenta que Portugal vive sob um regime de socialismo fiscal, onde a alternância partidária representa apenas a rotação dos administradores de um mesmo esquema parasitário. As receitas fiscais cresceram 84% em treze anos, muito acima das despesas, criando um excedente orçamental apresentado como virtude mas que reflecte apenas confisco mais rápido do que gasto público.
Sem preços de mercado, o Estado não consegue calcular o valor real dos serviços que presta, resultando em sectores cegos como a educação e a saúde onde o cidadão perde a liberdade de escolha. Cada português deixa de ser sujeito para se tornar objecto de um contrato onde a propriedade privada é substituída por promessas de segurança vazias. O racionamento torna-se inevitável num sistema onde tudo é supostamente gratuito, transformando cada cidadão em refém de um esquema político-fiscal que compra votos com dinheiro alheio.
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- Trabalhadores por conta de outrem que desconhecem pagar mais de mil euros mensais em impostos — para perceberem a verdadeira dimensão da carga fiscal que o Estado lhes impõe todos os meses
- Pais com filhos no ensino público estatal — para compararem os 520 euros mensais que o Estado gasta por aluno com os piores resultados da OCDE e questionarem se a gratuidade compensa a mediocridade
- Eleitores que acreditam na alternância entre PS e PSD como mudança real — para compreenderem que ambos os partidos administram o mesmo sistema de espoliação fiscal desde os anos setenta
Informações
em 24 de fevereiro de 2026
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