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Porque a «Exploração do Trabalhador» é um Mito

Porque a «Exploração do Trabalhador» é um Mito

Resumo

A ideia de que empregadores exploram trabalhadores ao obterem lucro persiste no discurso político, ignorando que o salário é pago antes de o produto ser vendido e sem garantia de sucesso. O capitalista assume o risco do negócio, financia equipamento, marketing e infraestrutura, sendo o último a receber — e apenas se houver lucro.

Salários e lucros não são valores arbitrários, mas refletem a contribuição real de cada parte numa troca voluntária que beneficia ambos. Quem quer ganhar mais pode desenvolver competências e trabalhar por conta própria, sem necessidade de intervenção estatal em relações livres.

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  • Jovens simpatizantes do socialismopara questionarem a ideia de que lucro equivale a exploração e compreenderem o papel do risco empresarial
  • Trabalhadores frustrados com o saláriopara entenderem como o valor da sua obra depende dos recursos, tempo e visão que outros fornecem
  • Empreendedores iniciantespara reconhecerem que assumir risco, adiar consumo e coordenar recursos é uma contribuição real que merece remuneração
Enquadramento da narrativa - O Estado e os meios de comunicação apresentam sistematicamente a relação entre patrão e trabalhador como conflito e exploração, ignorando que se trata de uma troca voluntária onde ambas as partes beneficiam, como demonstra o facto de os trabalhadores receberem salários estáveis sem assumirem o risco de perda empresarial.
Criação de bode expiatório - Os capitalistas são retratados como parasitas que «extraem mais-valia» sem fornecer valor, quando na realidade assumem riscos, adiam consumo, fornecem visão empresarial e aumentam a produtividade do trabalho através do investimento em capital — algo que organizações sem fins lucrativos não conseguem replicar mesmo eliminando o «lucro».
Omissão seletiva de factos - A propaganda estatal oculta que o capitalista paga trabalhadores antes de vender o produto, financia máquinas e instalações que multiplicam o valor do trabalho, e só recebe remuneração após todos os outros terem sido pagos — removendo dos trabalhadores o ónus da espera e do risco que teriam de assumir por conta própria.

Informações

Antony Sammeroff
3 de fevereiro de 2026
Website
Submetido por pedro.figueiredo
em 23 de fevereiro de 2026

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