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Resumo
A ideia de que empregadores exploram trabalhadores ao obterem lucro persiste no discurso político, ignorando que o salário é pago antes de o produto ser vendido e sem garantia de sucesso. O capitalista assume o risco do negócio, financia equipamento, marketing e infraestrutura, sendo o último a receber — e apenas se houver lucro.
Salários e lucros não são valores arbitrários, mas refletem a contribuição real de cada parte numa troca voluntária que beneficia ambos. Quem quer ganhar mais pode desenvolver competências e trabalhar por conta própria, sem necessidade de intervenção estatal em relações livres.
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