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É Bom Sair a Ganhar: Uma Defesa Moral e Económica do Lucro empresarial e do Afã de Lucro
Site· Mises Portugal· Juan Fernando Carpio

É Bom Sair a Ganhar: Uma Defesa Moral e Económica do Lucro empresarial e do Afã de Lucro

Resumo

O lucro empresarial é frequentemente vilipendiado como algo suspeito ou "explorador", mas essa visão ignora a realidade económica fundamental das trocas voluntárias. A revolução marginalista de 1871 demonstrou que o valor é subjectivo e depende das preferências individuais, não de custos de produção ou horas de trabalho. O preço reflecte taxas de troca passadas entre bens, enquanto o lucro surge da diferença entre esse preço e os custos totais de produção.

As trocas livres entre partes que actuam voluntariamente são, por definição, mutuamente benéficas — cada lado espera melhorar a sua situação. O empresário não extorque valor dos trabalhadores nem dos clientes; investe em ferramentas, métodos e organização que multiplicam a produtividade de cada colaborador. O afã de lucro é simplesmente o impulso humano legítimo de criar valor para os outros enquanto se prossegue o próprio benefício.

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  • O jovem empreendedor portuguêsvai finalmente compreender que o lucro não é pecado nem roubo, mas sim o sinal de que criou valor real para outras pessoas ao assumir riscos que ninguém mais quis assumir.
  • O estudante de economia formado em keynesianismovai descobrir a revolução marginalista de 1871 e entender por que razão o valor é subjectivo, algo que os manuais universitários raramente ensinam correctamente.
  • O trabalhador desconfiado dos patrõesvai perceber que o empresário não extrai valor do seu suor, mas antes potencia a sua produtividade através de ferramentas, métodos e organização que ele nunca conseguiria criar sozinho.

Demonização do Lucro Empresarial - O Estado e os meios de comunicação retratam sistematicamente o lucro como algo "suspeito" ou "explorador", criando culpa moral em vez de reconhecer que o lucro é a remuneração legítima pela incerteza não segurável que o empresário assume ao tentar criar valor agregado para terceiros.
Falsa Conflitualidade de Classes - A propaganda estatal propaga a narrativa de que o empresário "extrai" valor dos trabalhadores, quando o texto demonstra que investimentos em ferramentas, métodos, contactos e visão potenciam a produtividade de cada colaborador, gerando a mais-valia de Say que beneficia ambas as partes.
Ocultação da Coerção Fiscal - O Estado dissimula que os impostos, ao contrário das trocas voluntárias onde ambas as partes esperam beneficiar ex ante, constituem apropriação forçada de propriedade legitimamente adquirida, violando as normas lockeanas e o princípio da troca que fundamentam as relações económicas justas.

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