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Os três bloqueios ao crescimento? Não: os três álibis do Estado
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Os três bloqueios ao crescimento? Não: os três álibis do Estado

Resumo

A narrativa convencional sobre o atraso económico de Portugal aponta para a produtividade, o centralismo e o fraco investimento como os grandes obstáculos ao desenvolvimento. Contudo, esta análise omite a causa verdadeira: o Estado confisca sistematicamente o excedente produtivo e cria um ambiente hostil à acumulação de capital. Em 2026, a máquina fiscal deverá extrair cerca de 140 mil milhões de euros — aproximadamente 13 mil euros por cada português, incluindo crianças e idosos.

O único bloqueio real ao crescimento é o próprio Estado, com impostos excessivos, legislação fiscal imprevisível e uma regulação burocrática que pune quem produz e trata o lucro como suspeito. Nenhum investidor racional arrisca capital num regime onde as regras mudam a cada governo e os incentivos fiscais temporários não oferecem segurança jurídica genuína. A prosperidade só surgirá quando terminar este saque estatal e forem respeitados os direitos de propriedade.

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  • O pequeno empresário sufocado por impostosvai finalmente entender que os salários baixos não são culpa sua, mas consequência de um sistema que impede a acumulação de capital.
  • O jovem trabalhador que se pergunta por que ganha tão poucovai descobrir que o problema não é a produtividade, mas sim o Estado que confisca o excedente e torna cada contratação um risco.
  • O contribuinte cansado de ouvir promessas fiscais temporáriasvai perceber que nenhum investimento sério acontece enquanto o risco político for estrutural e a segurança jurídica inexistente.

Inversão de Causalidade - A narrativa académica e oficial afirma que Portugal paga salários baixos porque se especializou em sectores de pouco valor acrescentado, quando na realidade são os impostos sobre lucros, dividendos e mais-valias que impedem a acumulação de capital e impossibilitam investimento produtivo sustentado.
Eufemismo Institucional - O Estado apresenta uma redução temporária de IRS de três anos como "incentivo ao investimento", disfarça com "descentralização" a criação de mais burocracia regional, e chama "borla fiscal" ao facto de confiscar temporariamente menos rendimentos aos cidadãos.
Ocultação de Causa Real - O debate sobre os supostos "três bloqueios ao crescimento" é apresentado como se produtividade, centralismo e investimento fossem forças da natureza ou problemas técnicos, escondendo deliberadamente que o único bloqueio é o próprio Estado que confisca 140 mil milhões de euros anuais e sabota a segurança jurídica.

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