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Um Argumento Misesiano Contra o Estado de Israel
Site· Mises Portugal· Oscar Grau, Instituto Mises Portugal

Um Argumento Misesiano Contra o Estado de Israel

Resumo

A criação do estado de Israel em 1948 envolveu a expulsão de proprietários árabes e a apropriação de vastas extensões de terra sem consentimento, fundamentando-se na guerra e na conquista em vez da cooperação voluntária. Esta violação sistemática do direito à propriedade privada e à autodeterminação gerou décadas de conflito evitável.

Segundo a perspetiva misesiana, a guerra apenas destrói riqueza e nunca a cria, sendo a cooperação social pacífica o único caminho para o progresso genuíno. A conquista territorial através da força militar, justificada por razões religiosas ou não, é incompatível com o liberalismo e condena gerações à miséria e à destruição.

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  • O defensor de Israel que se diz liberalvai descobrir a contradição fundamental entre apoiar um estado expansionista e defender a propriedade privada e a cooperação voluntária.
  • O interessado no conflito do Médio Orientevai encontrar uma análise baseada em princípios liberais clássicos que raramente aparece nos meios de comunicação convencionais.
  • O libertário que quer aprofundar a sua visão geopolíticavai compreender como a escola austríaca aplica conceitos como autodeterminação, propriedade e paz aos conflitos internacionais.

Justificação Teológica - O Estado de Israel racionaliza a guerra e a conquista através de apelos a um deus que teria designado o povo judeu como "escolhido", reivindicando a expansão territorial com base na dádiva divina de Eretz Israel em perpetuidade, transformando apropriação em "libertação" e usando o misticismo religioso para legitimar o despojamento de comunidades inteiras dos seus bens e da sua liberdade.
Eufemismo Linguístico - As terras conquistadas e apropriadas são designadas como "libertadas" em vez de conquistadas ou roubadas, enquanto a guerra de expansão contínua é apresentada como necessidade de sobrevivência através do adágio "combatemos, logo existimos", obscurecendo o facto de que a guerra destrói em vez de criar riqueza e que a paz seria mais vantajosa para todas as partes.
Falsa Autodeterminação - A promessa britânica de garantir os direitos civis da maioria árabe e o seu direito à autodeterminação foi reduzida a uma farsa, pois a soberania sobre a Palestina nunca foi transferida; antes foi canalizada significativamente para uma minoria de judeus através de expropriações promovidas pelo poder soberano britânico, criando as condições para décadas de conflito que poderiam ter sido evitadas através de plebiscitos livres e respeito pela propriedade privada.

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