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O bandido Trump prende o bandido Maduro
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O bandido Trump prende o bandido Maduro

Resumo

A intervenção militar norte-americana na Venezuela representa uma violação frontal do direito internacional, da soberania territorial e do princípio da não-intervenção entre Estados. A retórica diplomática sobre "democracia" e "transição pacífica" esconde a realidade de uma agressão entre potências que reconhecem apenas a força como argumento. A União Europeia e outras potências que agora silenciam perante esta violação são as mesmas que encerraram populações inteiras durante a pandemia, impuseram inoculações sob chantagem e sustentam o rouro sistemático através da inflação provocada pelos bancos centrais.

A liberdade não se exporta com helicópteros nem se impõe pela força, por mais repugnante que seja o regime visado. Estados que confiscam salários via inflação, escravizam gerações com dívida pública e impedem a vida económica com regulações kafkianas não possuem legitimidade moral para se apresentarem como defensores da democracia ou dos direitos humanos.

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  • O defensor das "democracias ocidentais"vai perceber que os Estados que se apresentam como guardiões dos direitos humanos são os mesmos que prenderam populações inteiras em casa e impuseram vacinas obrigatórias sob chantagem
  • Quem acredita na intervenção militar para "exportar liberdade"vai entender que a liberdade não se impõe com helicópteros nem bombas, e que mudanças de regime pela força só substituem um bandido por outro
  • O contribuinte esmagado por impostos e inflaçãovai reconhecer que os mesmos governos que dão lições de moralidade internacional são os que roubam sistematicamente as pessoas através da inflação planeada e impostos confiscatórios

Eufemismo Político - O Estado camufla a violência da intervenção militar com expressões como "transição pacífica", "respeito pela Carta da ONU" e "acompanhamento atento da situação", ocultando a realidade brutal de forças armadas a violar a soberania de outro Estado sem mandato nem legítima defesa.
Dupla Medida Seletiva - O direito internacional é transformado numa ferramenta de retórica: a União Europeia e os governos ocidentais aplicam-no com rigor contra inimigos geopolíticos, mas suspendem-no para aliados, limitando-se a apelos vagos quando as violações partem de quem partilha a mesma narrativa.
Apropriação Moral de Conceitos Nobres - Estados que prenderam populações inteiras sem mandado judicial, segregaram cidadãos por recusa de inoculação experimental e impuseram chantagem económica sob o pretexto de "ciência" e "saúde pública", agora invocam "democracia" e "direitos humanos" para justificar intervenções militares, apesar de carecerem de qualquer legitimidade moral para o fazer.

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