

A Futilidade da Utilidade
Resumo
O utilitarismo que domina a economia da corrente dominante permite justificar moralmente atrocidades como o homicídio ou a escravatura, desde que satisfaça preferências agregadas. Esta abordagem consequencialista, que se diz "isenta de valores", falha ao assumir dogmaticamente que existe uma função matemática de bem-estar social capaz de somar utilidades individuais sem nunca demonstrar evidência empírica dessa existência.
Uma ética baseada em direitos naturais, como defendia Murray Rothbard, rejeita qualquer cálculo que permita violar a integridade física ou a propriedade de indivíduos inocentes. A liberdade exige regras absolutas contra a coerção, não somas morais que sacrificam pessoas em nome de supostos "maiores bens" determinados por tecnocratas.
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- O estudante de economia que questiona o mainstream académico — vai descobrir por que a "função de bem-estar social" é um dogma sem fundamento empírico e como o utilitarismo leva a conclusões moralmente aberrantes.
- O defensor das liberdades individuais cansado de ouvir "o fim justifica os meios" — encontrará aqui argumentos sólidos para refutar quem defende que direitos podem ser sacrificados na balança da utilidade colectiva.
- O curioso por filosofia moral que quer entender as falhas do consequencialismo — vai perceber porque não pode haver nada de tão terrível que o utilitarismo não consiga justificar em nome da maximização do prazer.
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Informações
em 2 de março de 2026
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