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A Futilidade da Utilidade
Site· Mises Portugal· David Gordon, Instituto Mises Portugal

A Futilidade da Utilidade

Resumo

O utilitarismo que domina a economia da corrente dominante permite justificar moralmente atrocidades como o homicídio ou a escravatura, desde que satisfaça preferências agregadas. Esta abordagem consequencialista, que se diz "isenta de valores", falha ao assumir dogmaticamente que existe uma função matemática de bem-estar social capaz de somar utilidades individuais sem nunca demonstrar evidência empírica dessa existência.

Uma ética baseada em direitos naturais, como defendia Murray Rothbard, rejeita qualquer cálculo que permita violar a integridade física ou a propriedade de indivíduos inocentes. A liberdade exige regras absolutas contra a coerção, não somas morais que sacrificam pessoas em nome de supostos "maiores bens" determinados por tecnocratas.

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  • O estudante de economia que questiona o mainstream académicovai descobrir por que a "função de bem-estar social" é um dogma sem fundamento empírico e como o utilitarismo leva a conclusões moralmente aberrantes.
  • O defensor das liberdades individuais cansado de ouvir "o fim justifica os meios"encontrará aqui argumentos sólidos para refutar quem defende que direitos podem ser sacrificados na balança da utilidade colectiva.
  • O curioso por filosofia moral que quer entender as falhas do consequencialismovai perceber porque não pode haver nada de tão terrível que o utilitarismo não consiga justificar em nome da maximização do prazer.

Falsa Neutralidade Científica - Os economistas da corrente dominante afirmam ser "isentos de valores" enquanto impõem silenciosamente uma estrutura utilitarista através da "função de bem-estar social", permitindo ao Estado disfarçar escolhas morais arbitrárias como mera "técnica económica".
Dogma Apresentado como Ciência - A "função de bem-estar social" é assumida sem qualquer evidência empírica, conforme Wiggins denuncia, sendo um dogma que permite ao Estado justificar intervenções massivas alegando "maximização" de uma função que nunca foi demonstrada existir.
Enquadramento Consequencialista - O Estado limita todo o debate ético a cálculos de custos-benefícios, ocultando que esta estrutura permite justificar literalmente qualquer atrocidade — incluindo homicídio, escravatura e genocídio — desde que matematicamente "maximize" a utilidade agregada, como os exemplos de Hanson demonstram de forma chocante.

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