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Rothbard Nunca Abandonou os Seus Princípios
Site· Mises Portugal· Wanjiru Njoya, Instituto Mises Portugal

Rothbard Nunca Abandonou os Seus Princípios

Resumo

Murray Rothbard manteve-se fiel aos seus princípios filosóficos ao longo de toda a carreira, recusando compromissos para obter o favor do meio académico ou político. As suas posições políticas, incluindo alianças com conservadores, derivavam consistentemente da defesa da propriedade privada e dos direitos naturais expostos em "A Ética da Liberdade". Esta coerência intelectual contrasta com figuras como Alan Greenspan, que abandonaram princípios por conveniência política.

A filosofia rothbardiana defende que governos locais, embora também violem direitos, constituem uma solução preferível face à centralização estatal, que concentra ainda mais coerção sobre os indivíduos. O sistema ético baseado na autopropriedade oferece respostas sistemáticas sobre que ações são legítimas e quais podem ser punidas com violência física. A consistência de princípios permite distinguir defesas genuínas da liberdade de meras conveniências políticas que sacrificam a justiça.

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  • O estudante de filosofia políticavai compreender a diferença entre um sistema ético coerente e especulações académicas descartáveis, e ver como Rothbard fundamentou a liberdade na propriedade privada e na auto-propriedade.
  • O crítico das posições "controversas" de Rothbardvai descobrir que a aliança com paleo-conservadores e a defesa dos direitos dos estados derivavam de princípios consistentes, não de reaccionarismo aleatório ou de simples vontade de provocar.
  • O activista tentado a comprometer princípios por conveniênciavai perceber porque é que ceder ao establishment transforma libertários em Alan Greenspan e como a coerência ética é a única base sustentável para a acção política.

Rótulo Deslegitimador - O estado e os meios de comunicação classificam posições dissidentes como "controversas" para as descredibilizar sem necessidade de refutação argumentativa, evitando assim o debate sobre os princípios de propriedade e autopropriedade que fundamentam a análise política libertária.
Ataque Ad Hominem - Em vez de confrontarem os argumentos axiomático-dedutivos de Rothbard com contra-argumentos do mesmo nível lógico, como exige a tradição filosófica racionalista, os críticos atacam a sua personalidade e questionam as suas motivações, sugerindo que agia como mero "agitador mediático" sem princípios.
Descontextualização Sistemática - Os comentadores separam as posições políticas de Rothbard dos seus princípios filosóficos, apresentando a sua defesa dos governos locais como mero "populismo" ou "reacionarismo" em vez de uma aplicação coerente da ética libertária que reconhece que estados centrais violam mais direitos do que governos locais.

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