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Mises Institute: Quo Vadis?
Site· Mises Portugal· Hans-Herman Hoppe, Instituto Mises Portugal

Mises Institute: Quo Vadis?

Resumo

Uma das mais importantes vozes académicas da escola austríaca denunciou recentemente a captura interna do principal centro de estudos dedicado a Ludwig von Mises e Murray Rothbard. Através de manobras de bastidores e do afastamento de figuras de proa, a cúpula atual decidiu ignorar as políticas intervencionistas e o apoio a guerras de agressão por parte do presidente argentino, sacrificando a defesa rigorosa da paz e da liberdade em troca de popularidade e donativos.

A defesa intransigente da propriedade privada e da paz obriga à condenação de qualquer figura política que utilize o estado para distorcer o cálculo económico e financiar massacres. A promoção de governantes como salvadores do mercado livre, baseada apenas em retórica, engana as pessoas comuns e trai os fundamentos éticos do libertarianismo. Manter a coerência ideológica é fundamental para expor a verdadeira natureza coerciva dos impostos, da regulação e da expansão monetária, sem ceder à tentação de adulterar os princípios para obter favores de quem detém o poder.

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  • O simpatizante libertário que confia no Mises Institutevai perceber como uma estrutura de poder mal desenhada permite a captura institucional e a traição dos princípios fundadores.
  • O doador ou potencial financiador do movimento austríacoprecisa de saber que o conselho inclui funcionários remunerados e familiares, criando conflitos de interesse que ameaçam a missão original.
  • O académico ou estudante que reverencia o legado de Rothbarddeve conhecer os bastidores de como figuras como Huerta de Soto são convidadas para agradar a políticos como Milei, contrariando tudo o que Rothbard defendia.

Silenciamento e Censura Burocrática - As elites instaladas usam o bloqueio administrativo para esconder as vozes discordantes, exactamente como a direcção do instituto filtrava o correio electrónico do fundador e enviava as submissões do autor para o "lixo" electrónico para o marginalizar, tal como o estado cala a visão austríaca quando esta expõe o cálculo económico destruído pelos bancos centrais.
Falsificação da Realidade - A manipulação dos factos para extrair recursos e manter a ilusão de continuidade, evidente quando a organização continua a enviar cartas a pedir "apoio" financeiro assinadas por um líder incapacitado e mente aos doadores afirmando que os profissionais alvejados por uma cabala interna se "demitiram", espelhando a mentira do estado quando mascara a inflação como crescimento.
Cooptação da Retórica de Mercado livre - A elite política e os meios de comunicação apropriam-se da linguagem da liberdade para justificar a coacção e o belicismo, o que se reflecte na promoção cega do presidente argentino Milei como um "salvador" anarcocapitalista pela corrente dominante, ocultando as suas medidas antilibertárias, o seu apoio a guerras genocidas e o seu estatismo profundo para enganar os defensores do mercado livre.

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