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A Teoria das Relações Internacionais de Rothbard e o Estado
Site· Mises Portugal· Ryan McMaken, Paulo Jorge Cruchinho

A Teoria das Relações Internacionais de Rothbard e o Estado

Resumo

Murray Rothbard desenvolveu uma teoria das relações internacionais que identifica o sistema mundial como anárquico, onde cada estado detém o monopólio da violência sobre o seu território, sem que exista qualquer autoridade superior. Segundo esta análise, os estados são controlados por elites oligárquicas que decidem a política externa em função dos seus próprios interesses e nunca dos cidadãos.

A classe governante utiliza a guerra como ferramenta de política interna para expandir o seu poder sobre as populações, recorrendo à propaganda para convencer os contribuintes de que estão a "defender-se" quando, na verdade, defendem apenas os privilégios da elite. A oposição consistente à guerra internacional, ao recrutamento obrigatório e às instituições que fortalecem o poder bélico estatal surge assim como condição essencial para a proteção da liberdade individual e da propriedade privada.

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  • O estudante de relações internacionaisvai descobrir uma análise alternativa à teoria dominante sobre como os estados realmente funcionam no sistema internacional anárquico.
  • O cidadão que ainda acredita na "democracia representativa"vai compreender que as elites governantes decidem a política externa pelos seus próprios interesses, não pelos dos contribuintes.
  • O activista pela pazvai encontrar argumentos sólidos para explicar como os estados usam a guerra como ferramenta de controlo interno e expansão do poder.

Identificação Estado-Povo - O estado mobiliza os cidadãos para guerrear sob a falácia de que estão a "defender-se a si próprios", quando na realidade lutam para preservar o poder da elite governante que receia perder os seus privilégios parasitários.
Propaganda Diferenciada - Em regimes ditatoriais a guerra é simplesmente declarada; em "democracias" exige-se propaganda intensiva para fabricar o consenso popular, sendo que a classe dominante precisa de mais esforço manipulador quando existem instituições democráticas de fachada.
Segredo Estratégico - As instituições de política externa são deliberadamente as menos democráticas de qualquer estado, utilizando segredos oficiais e organismos obscuros para excluir os cidadãos comuns das decisões sobre guerra e paz, garantindo que a elite no poder mantém o monopólio das escolhas que determinam a sobrevivência ou expansão do seu poder.

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