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A Guerra com o Irão Expõe a Farsa da “Democracia Representativa” Americana
Site· Mises Portugal· Ryan McMaken, Instituto Mises Portugal

A Guerra com o Irão Expõe a Farsa da “Democracia Representativa” Americana

Resumo

A administração americana iniciou uma guerra contra o Irão sem autorização do Congresso e com apenas 27% de apoio da população, segundo sondagem da Reuters. As justificações para o conflito têm mudado repetidamente, desde a mudança de regime até alegadas ameaças de mísseis, sem que a opinião pública seja consultada. Este episódio revela que a política externa dos EUA é ditada por elites, não pelos cidadãos que supostamente elegem os seus representantes.

Estudos académicos confirmam que as preferências dos contribuintes têm impacto mínimo nas políticas federais americanas, sendo o poder real exercido por elites económicas e grupos de pressão. Os cidadãos comuns financiam assim guerras que não aumentam a sua segurança, servindo apenas interesses estrangeiros e de poderosos financiadores de campanhas eleitorais.

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  • O eleitor desiludido com a políticavai compreender por que razão as promessas de campanha raramente se traduzem em mudança real na política externa
  • O cidadão que questiona o papel de Portugal na OTANprecisa de entender como as decisões de guerra são tomadas por elites alheias à vontade popular
  • O jovem que estuda ciência política ou relações internacionaisvai descobrir como os grupos de pressão e os financiadores determinam a agenda militar dos Estados Unidos

Alteração de Narrativa - A administração Trump modifica repetidamente as justificações apresentadas para iniciar as hostilidades contra o Irão, passando de "mudança de regime para libertar os iranianos" para "programa de mísseis" e depois para "ataque preventivo", expondo a incoerência quando a verdadeira motivação — pressões do lobby israelita — não pode ser admitida publicamente.
Retórica Democrática de Fachada - O regime americano invoca constantemente a "vontade do povo" e a "representação no Congresso" para legitimar as suas ações, enquanto ignora completamente que apenas 27% dos americanos apoiam a guerra e que estudos empíricos de Gilens e Page demonstram que as preferências dos cidadãos comuns têm pouca ou nenhuma influência nas políticas adoptadas em Washington.
Fabrico de Ameaças Externas - O Estado apresenta o Irão como uma ameaça existencial aos Estados Unidos, comparável às falsas alegações sobre armas de destruição maciça no Iraque, quando na realidade qualquer "ameaça" se limita a bases militares que o próprio governo dos EUA construiu voluntariamente a 10.000 milhas do território americano e que nada têm a ver com a segurança dos cidadãos dentro das fronteiras nacionais.

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