

Dois em um: Valentina Marcelino, o ‘Luís Neves’ do jornalismo
Resumo
A nomeação de Valentina Marcelino, diretora-adjunta do Diário de Notícias, para assessora política do ministro da Administração Interna, Luís Neves, expõe a promiscuidade entre o jornalismo e o poder estatal em Portugal. Esta transferência direta, sem qualquer período de quarentena ética, replica o precedente de Neves, que passou imediatamente da direção da Polícia Judiciária para o ministério que supervisiona essa mesma instituição. A jornalista acumulou um histórico de peças laudatórias sobre o agora patrão, revelando como a informação foi instrumentalizada para construir pontes políticas.
A concentração de poder entre estruturas estatais e órgãos de comunicação social agrava o problema fundamental do Estado como monopolista da coerção legitimada. Quando quem deveria fiscalizar o poder o usa como escada para cargos governamentais, a informação deixa de servir o cidadão para servir o aparelho estatal. O livre mercado de ideias exige separação real entre quem informa e quem governa — caso contrário, a população fica refém de uma narrativa fabricada pelo próprio poder.
Concordas com estas ideias?
Junta-te a quem defende a verdadeira liberdade em Portugal!
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- Jornalistas e diretores de redação que valorizam a independência profissional — para refletirem sobre os riscos de confundirem a análise noticiosa com a construção de pontes para cargos políticos, preservando assim a credibilidade da profissão
- Leitores habituais do Diário de Notícias e de outros órgãos de comunicação social — para compreenderem como certas coberturas editoriais podem estar condicionadas por estratégias de carreira pessoal em vez de servirem o interesse público
- Cidadãos preocupados com a transparência nas instituições democráticas — para tomarem consciência de como as portas giratórias entre o jornalismo e o aparelho de Estado enfraquecem o escrutínio que uma sociedade livre exige
Junta-te ao movimento do Partido Libertário!
Centenas de portugueses já se inscreveram como simpatizantes. Faz parte do movimento que está a crescer pela verdadeira liberdade em Portugal!
Informações
em 2 de março de 2026
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