

Inflação acelera para 3,4% em abril. Energia avança quase 12%
O Jornal de Negócios, megafone do aparelho mediático dependente do estado, publica mais uma peça que normaliza a narrativa dos bancos centrais ao confundir inflação - criação de moeda falsa - com meros aumentos de preços provocados por escassez de oferta. O artigo amplifica a estimativa do INE para os 3,4% em abril e vende a ideia de que a subida dos combustíveis é a causa, quando na realidade o que o texto omite é que a verdadeira inflação resulta da expansão monetária desenfreada do Banco Central Europeu, que distorce todos os preços relativos. Ao embrulhar a subida dos "produtos energéticos" como fenómeno externo e inevitável, o jornaleco serve a burocracia estatística e protege o estado da responsabilidade pela desvalorização da moeda.
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Análise Libertária
O Jornal de Negócios publica que a inflação em Portugal acelerou para 3,4% em abril, o valor mais elevado desde maio de 2024. O instituto nacional de estatística, um braço do aparelho burocrático, culpa o aumento dos preços dos combustíveis. Esta narrativa normaliza a ideia de que a inflação é um fenómeno externo, alheio à política monetária. Na verdade, inflação é sempre e apenas expansão da oferta monetária pelos bancos centrais. O BCE criou milhares de milhões de euros nos últimos anos, e esse dinheiro falso desvaloriza a moeda.
A estimativa do INE refere que a aceleração é maioritariamente explicada pelo aumento do preço dos combustíveis. Esta explicação vende a ideia de que os preços sobem por razões alheias ao estado. Ignora que o preço do petróleo em euros é diretamente afetado pela desvalorização da moeda única. Cada gota de gasolina reflete a expansão monetária do BCE, não a escassez física. O estado português, através dos impostos sobre combustíveis, agrava ainda mais o custo para os cidadãos.
A inflação subjacente, que exclui energia e alimentos não transformados, subiu para 2,2%. O INE chama a estes itens voláteis, como se fossem exceções imprevisíveis. Na realidade, a volatilidade é uma consequência direta da distorção dos preços pela moeda fiduciária. O cálculo económico torna-se impossível quando o valor da moeda é manipulado por burocratas. Os empresários não conseguem distinguir entre um aumento real da procura e uma simples desvalorização monetária.
O índice dos produtos energéticos disparou para 11,7%, quase o dobro do mês anterior. Os alimentos não transformados subiram 7,5%, acelerando face a março. Estes números mostram que os mais pobres são os primeiros a sentir o aperto. A inflação é um imposto invisível que corrói o poder de compra de quem não tem ativos para se proteger. O estado, ao controlar a moeda, transfere riqueza dos cidadãos para o sistema bancário e para o próprio estado.
A comparação com a Zona Euro mostra que Portugal está acima da média, com 3,3% contra 3% da união. Isto serve para normalizar a narrativa de que o problema é europeu, não local. Cada país da Zona Euro sofre da mesma doença: a moeda única gerida por um banco central sem qualquer disciplina de mercado. O BCE imprime moeda para financiar dívidas públicas, e os preços sobem em toda a área.
O INE fala em variação média nos últimos doze meses de 2,4%, como se fosse um dado técnico inofensivo. Esta média esconde o pico real de 3,4% em abril e a tendência de aceleração. A manipulação estatística serve para suavizar o impacto político da inflação. O governo e o banco central querem que os cidadãos acreditem que a situação está controlada, quando na verdade o poder de compra continua a cair.
O artigo do Jornal de Negócios amplifica a versão oficial sem questionar a origem monetária do problema. Não pergunta quantos milhares de milhões o BCE criou nos últimos anos. Não menciona que os preços dos combustíveis sobem em euros porque o euro perde valor. A imprensa dependente do estado serve como megafone da narrativa keynesiana, que culpa sempre fatores externos. Nunca a expansão monetária, que é a verdadeira causa.
A solução libertária é clara: acabar com o monopólio estatal da moeda e permitir a concorrência de moedas privadas, como o ouro ou a bitcoin. Sem um banco central a imprimir dinheiro, os preços não sobem de forma generalizada. O mercado livre coordena a oferta e a procura sem a distorção da inflação. Enquanto o BCE continuar a criar moeda, os portugueses verão o seu custo de vida aumentar, independentemente do que diz o INE.
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- O jovem que enche o depósito todas as semanas — vai perceber que o jornal culpa a energia em vez de explicar que o banco central é quem imprime o dinheiro que desvaloriza o teu salário
- O pequeno empresário com custos a disparar — vai entender que a narrativa oficial esconde a expansão monetária e que os impostos e a regulação só agravam a falta de oferta
- O reformado com a pensão fixa — vai ver como a inflação rouba o poder de compra enquanto o estado normaliza a perda de valor do teu dinheiro com propaganda enganadora
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em 30 de abril de 2026
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