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Minarquismo: o Pior Tipo de Idolatria do Estado
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Minarquismo: o Pior Tipo de Idolatria do Estado

Resumo

O minarquismo defende um estado "pequeno" com funções limitadas, mas esta distinção de grau ignora a natureza fundamental de qualquer estado como monopólio da violência. A diferença entre minarquistas e outros estatistas é apenas de magnitude, não de princípio, já que ambos aceitam a violação de direitos através da coerção institucionalizada.

A tributação constitui roubo independentemente da taxa aplicada, pois os direitos de propriedade são uma questão binária — ou são respeitados ou são violados. A verdadeira posição libertária rejeita qualquer estado, defendendo que a sociedade deve encontrar soluções voluntárias para os seus problemas sem a interferência de uma autoridade central que, por definição, assenta na agressão.

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  • O libertário que ainda acredita num "estado mínimo"vai perceber que não existe estado bom, só existe estado, e que a coerência principsal exige rejeitar completamente o monopólio da violência.
  • O jovem que está a descobrir o libertarismovai evitar cair na armadilha intelectual do meio-termo e entender que os direitos de propriedade são violados quer o estado seja grande ou pequeno.
  • O conservador que diz defender "menos estado"vai confrontar-se com o facto de que aceitar qualquer estado é aceitar o princípio da coerção institucionalizada, independentemente da sua dimensão.

Normalização da Coerção - O minarquismo apresenta a violência estatal como aceitável desde que "limitada", usando a falácia de que um estado pequeno deixa de ter a natureza de monopólio da força, quando na realidade continua a violar direitos de propriedade privada através da tributação.
Falsa Garantia de Segurança - Os minarquistas retratam o estado como protetor e defensor dos direitos naturais, criando a ilusão de que sem este monopólio da violência não haveria justiça nem liberdade, quando é precisamente o estado que institucionaliza a violação sistemática desses direitos.
Distorção Semântica - O minarquismo reclassifica o roubo como tributação legítima e a agressão como proteção, fazendo crer que a natureza criminosa de uma ação muda conforme a dimensão do agressor ou a existência de uma "trela institucional" que nunca funcionou historicamente.

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