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Abandonando o Liberalismo Clássico com Hans-Hermann Hoppe
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Abandonando o Liberalismo Clássico com Hans-Hermann Hoppe

Resumo

O artigo analisa a crítica de Hans-Hermann Hoppe ao liberalismo clássico, argumentando que a preservação do Estado — mesmo limitado — conduz inevitavelmente ao socialismo e à expansão contínua do poder governamental. A Constituição americana é apresentada como exemplo de contradição interna: ao conceder poderes de tributação e legislação sem consentimento, torna-se incompatível com os próprios direitos naturais que pretendia proteger. Constituições e tribunais constitucionais não limitam o Estado, funcionando antes como veículos para a sua expansão.

A solução proposta é o abandono do estatismo em favor de uma sociedade sem Estado baseada na propriedade privada, semelhante às ordens medievais com jurisdições concorrentes. O monopólio estatal da justiça é identificado como a institucionalização da injustiça, pois permite que o governo seja simultaneamente juiz e parte nos seus próprios casos, violando sistematicamente os direitos de propriedade através de impostos coercivos.

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  • O liberal clássico insatisfeitovai compreender porque a defesa do governo limitado é uma contradição fatal que perpetua o estatismo
  • O jovem libertário em formaçãovai descobrir as raízes medievais da ordem espontânea e a diferença crucial entre liberalismo clássico e anarquismo de propriedade privada
  • O estudante de ciência políticavai questionar os mitos sobre a democracia e entender como o monopólio estatal da justiça institucionaliza a injustiça

Monopólio da Narrativa Judiciária - O Estado usurpa a lei apresentando-se como único guardião possível da ordem social, ocultando séculos de jurisdições concorrentes e sobrepostas que resolveram conflitos na Europa medieval sem necessidade de um monopólio estatal da justiça.
Ilusão de Limitação Constitucional - A retórica sobre constituições, tribunais constitucionais e "freios e contrapesos" é vendida como protecção dos direitos dos cidadãos, quando na realidade esses mecanismos funcionam como veículos institucionais para expandir o poder estatal e legitimar a tributação sem consentimento.
Substituição da Lei pelo Direito Público - O Estado normaliza a criação contínua de novas leis por legisladores, fazendo com que a população esqueça que a verdadeira lei era tradicionalmente vista como eterna e descoberta, não inventada, enquanto agentes estatais adquirem privilégios jurídicos que os colocam acima dos princípios universais de justiça aplicáveis aos cidadãos comuns.

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