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Rothbard, Populismo e as Elites
Site· Mises Portugal· Daniel J. Flynn, Instituto Mises Portugal

Rothbard, Populismo e as Elites

Resumo

Documentos inéditos revelam que Murray Rothbard já em 1955 defendia uma estratégia populista para combater o estatismo, identificando as massas pequeno-burguesas como aliadas naturais contra as elites que beneficiam do poder estatal. O chamado «Homem Esquecido» — o contribuinte médio que financia subsídios e privilégios sem deles beneficiar — surgia assim como base para uma transformação libertária.

O Estado serve os interesses de empresários que dependem de contratos públicos, banqueiros protegidos e grupos privilegiados, sobrecarregando quem trabalha e produz sem receber benesses governamentais. Rothbard propunha canalizar o descontentamento popular contra estas elites, através de liderança intelectual que garantisse o respeito pela liberdade individual e pelos direitos de propriedade.

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  • O activista libertário que procura estratégias práticasvai compreender como Rothbard planeava usar o populismo para avançar a causa da liberdade sem comprometer princípios fundamentais
  • O estudante de história das ideias políticasvai descobrir correspondência inédita entre Rothbard e Frank Meyer que revela as origens intelectuais de movimentos atuais
  • O contribuinte da classe média que se sente ignorado pelo Estadovai identificar-se com o conceito do "homem esquecido" que paga a conta de todos os privilégios sem deles beneficiar

Cooptação Retórica - Franklin Roosevelt apropriou-se do conceito de "homem esquecido" de William Graham Sumner, que originalmente descrevia os cidadãos sobrecarregados com o custo do estatismo, e inverteu-o para justificar a expansão da assistência social, usando assim a linguagem dos oponentes para promover exactamente aquilo que combatiam.
Demonização das Massas - O establishment político e intelectual retrata as classes populares como inerentemente propensas ao "fascismo" e irracionais, como quando Rothbard identifica que os conservadores demonstravam "desprezo pelas massas", criando uma narrativa que justifica o controlo elitista e descredibiliza qualquer movimento popular de oposição ao estatismo.
Falsa Representação de Interesses - O Estado apresenta grandes empresários, banqueiros e agricultores como parceiros legítimos do sistema económico, quando na realidade, como Rothbard denunciou, são grupos que "devoram contratos governamentais", "adoram os seus títulos e garantias" e "desfrutam dos seus subsídios", sendo beneficiários do estatismo e não suas vítimas, ao contrário do "homem esquecido" da classe média que sustenta todo o esquema.

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