

A Mentalidade Anticapitalista do Estado Novo
Resumo
O Estado Novo português implementou um sistema corporativista que controlava totalmente a economia através de sindicatos obrigatórios, grémios e onze corporações estatais que regulavam todos os sectores produtivos. Salazar rejeitava explicitamente o capitalismo liberal, defendendo a primazia do coletivo sobre o indivíduo e a intervenção massiva do estado para harmonizar trabalho e capital. Esta realidade contradiz a classificação convencional do regime como de direita, revelando antes uma natureza socialista que preparou o terreno para as nacionalizações posteriores ao 25 de Abril.
O corporativismo estatal distorce os sinais de preço essenciais ao cálculo económico, criando ineficiências que prejudicam todos os cidadãos através de preços mais altos e escassez de bens. O controlo de preços e as quotas de exportação impostas pelo regime demonstram como a intervenção governamental na economia reduz sempre a prosperidade geral e limita a liberdade individual de escolha.
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- O português nostálgico do Estado Novo — vai descobrir que Salazar desprezava a liberdade económica e que o regime era anticapitalista, logo inimigo do progresso material.
- O jovem estudante de história — vai compreender que o corporativismo é socialismo disfarçado e que a dicotomia esquerda-direita oculta a verdadeira luta entre liberdade e estatismo.
- O defensor do mercado livre — vai encontrar em Mises argumentos contra o monopólio estatal e a favor da ordem espontânea que gera prosperidade para todos.
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Informações
em 2 de março de 2026
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