

Porque as Línguas Morrem
Resumo
Metade das cerca de sete mil línguas existentes poderá desaparecer até 2100, não devido ao comércio ou à globalização, mas sim por causa da intervenção estatal. A escolaridade obrigatória, imposta pelo estado-nação, tem sido o principal instrumento de coerção linguística, retirando crianças do ambiente familiar e punindo quem fala línguas locais.
O nacionalismo estatal promove a ficção de "um estado, uma nação, um povo", destruindo séculos de diversidade linguística natural. A livre escolha e a associação voluntária permitiriam que cada pessoa decidisse que línguas transmitir aos filhos, sem imposições de uma elite política que arbitra o que tem ou não valor cultural.
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- O defensor da escola pública obrigatória — vai descobrir como o sistema estatal arranca crianças às famílias e lhes impõe à força uma língua oficial, destruindo culturas locais no processo
- O nacionalista fervoroso — vai compreender que a obsessão por "um país, uma nação, uma língua" é precisamente o que tem exterminado centenas de línguas ao longo da história
- O apologista do Estado como protetor das minorias — vai perceber que o Estado não protege a diversidade cultural, mas sim a esmaga através da educação obrigatória e do nacionalismo linguístico
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Informações
em 2 de março de 2026
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