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Porque as Línguas Morrem
Site· Mises Portugal· Danny Hieber, Instituto Mises Portugal

Porque as Línguas Morrem

Resumo

Metade das cerca de sete mil línguas existentes poderá desaparecer até 2100, não devido ao comércio ou à globalização, mas sim por causa da intervenção estatal. A escolaridade obrigatória, imposta pelo estado-nação, tem sido o principal instrumento de coerção linguística, retirando crianças do ambiente familiar e punindo quem fala línguas locais.

O nacionalismo estatal promove a ficção de "um estado, uma nação, um povo", destruindo séculos de diversidade linguística natural. A livre escolha e a associação voluntária permitiriam que cada pessoa decidisse que línguas transmitir aos filhos, sem imposições de uma elite política que arbitra o que tem ou não valor cultural.

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  • O defensor da escola pública obrigatóriavai descobrir como o sistema estatal arranca crianças às famílias e lhes impõe à força uma língua oficial, destruindo culturas locais no processo
  • O nacionalista fervorosovai compreender que a obsessão por "um país, uma nação, uma língua" é precisamente o que tem exterminado centenas de línguas ao longo da história
  • O apologista do Estado como protetor das minoriasvai perceber que o Estado não protege a diversidade cultural, mas sim a esmaga através da educação obrigatória e do nacionalismo linguístico

Bode Expiatório - Os meios de comunicação e a academia culpabilizam a globalização e o capitalismo pela extinção linguística, quando o texto demonstra que o comércio livre promove historicamente o bilinguismo estável e só a imposição estatal de línguas oficiais, através do nacionalismo linguístico, transforma línguas de comércio em "línguas assassinas".
Coerção Educacional - O Estado utiliza a educação obrigatória para retirar crianças do ambiente familiar, punir fisicamente o uso de línguas nativas e incutir a ideia de que as línguas minoritárias são "inúteis" e "sem valor", interrompendo deliberadamente a transmissão intergeracional e forçando a assimilação conforme o modelo prussiano aplicado globalmente.
Ficção da Uniformidade Nacional - O Estado-nação promove a ideologia de "um estado, uma nação, um povo" para justificar a supressão de línguas minoritárias, quando historicamente os estados eram multilingues e só o nacionalismo dos séculos XVII e XVIII criou esta ficção, exemplificada pela Itália unificada onde apenas 2 a 3% da população falava italiano.

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