
Armas Contra o Estado

Resumo
A autodefesa e a posse de armas enfrentam ataques constantes no discurso contemporâneo, apesar de se fundamentarem em direitos naturais anteriores a qualquer constituição. O direito de possuir armas funciona como salvaguarda essencial contra a agressão, tanto privada como estatal, com raízes históricas na Escola de Salamanca e no direito natural que reconhece a legítima defesa como inalienável.
Ao desarmar os cidadãos, o Estado consolida o seu monopólio da força e deixa as pessoas vulneráveis perante agressores e tirania. Uma sociedade verdadeiramente livre respeitaria o direito absoluto de cada indivíduo defender a sua vida e propriedade, sem restrições à posse de meios de defesa — pois retirar armas às pessoas não cria segurança, impõe submissão.
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- Activistas pelos direitos civis — para compreenderem como a autodefesa tem raízes no direito natural, desde a Escola de Salamanca até à ética da argumentação de Hoppe
- Cidadãos preocupados com o desarmamento — para perceberem que o monopólio estatal da força transforma populações em vítimas indefesas perante a criminalidade e a tirania
- Estudantes de filosofia política — para descobrirem a ligação entre os escolásticos espanhóis do século XVI e a tradição libertária contemporânea de Rothbard
Informações
em 23 de fevereiro de 2026
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