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Armas Contra o Estado
Site· Mises Portugal· Marisa Jarquin, Instituto Mises Portugal

Armas Contra o Estado

Resumo

A autodefesa e a posse de armas enfrentam ataques constantes no discurso contemporâneo, apesar de se fundamentarem em direitos naturais anteriores a qualquer constituição. O direito de possuir armas funciona como salvaguarda essencial contra a agressão, tanto privada como estatal, com raízes históricas na Escola de Salamanca e no direito natural que reconhece a legítima defesa como inalienável.

Ao desarmar os cidadãos, o Estado consolida o seu monopólio da força e deixa as pessoas vulneráveis perante agressores e tirania. Uma sociedade verdadeiramente livre respeitaria o direito absoluto de cada indivíduo defender a sua vida e propriedade, sem restrições à posse de meios de defesa — pois retirar armas às pessoas não cria segurança, impõe submissão.

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  • Activistas pelos direitos civispara compreenderem como a autodefesa tem raízes no direito natural, desde a Escola de Salamanca até à ética da argumentação de Hoppe
  • Cidadãos preocupados com o desarmamentopara perceberem que o monopólio estatal da força transforma populações em vítimas indefesas perante a criminalidade e a tirania
  • Estudantes de filosofia políticapara descobrirem a ligação entre os escolásticos espanhóis do século XVI e a tradição libertária contemporânea de Rothbard

Legitimação de agressão institucional - O Estado apresenta as suas violações (tributação, regulação, expropriação, desarmamento) como actos legítimos e necessários, ao contrário das actividades criminosas privadas que são reconhecidas como ilegítimas, impedindo assim que as vítimas se defendam ou resistam.
Controlo de narrativa mediática - Os meios de comunicação social dominantes atacam sistematicamente a autodefesa e a posse de armas, enquadrando-as como perigosas ou desnecessárias, enquanto ocultam que o desarmamento populações deixa os cidadãos vulneráveis tanto a criminosos como à tirania estatal.
Falsa promessa de segurança - O Estado promove o desarmamento dos cidadãos sob o pretexto de garantir a segurança pública, quando na realidade consolida o seu monopólio da força e cria uma sociedade submissa e indefesa, dependente da protecção da própria instituição que representa a maior ameaça à liberdade individual.

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