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As Famílias São a Chave para Construir Alternativas ao Estado
Site· Mises Portugal· Ryan McMaken, Instituto Mises Portugal

As Famílias São a Chave para Construir Alternativas ao Estado

Resumo

A família é a instituição mais natural e antiga da humanidade, mas tem sido sistematicamente atacada pelo estado moderno através da escolarização pública, do recrutamento militar, do estado-social e da fiscalidade sucessória. Este enfraquecimento deliberado tem consequências directas no declínio de outras instituições da sociedade civil, como organizações religiosas, de caridade e redes comunitárias locais. Desde a década de 1960, a queda das taxas de casamento e natalidade correlaciona-se com o crescimento do poder estatal e a dependência crescente dos cidadãos em relação ao governo.

Famílias intactas funcionam como baluarte contra a expansão estatal, pois pessoas casadas demonstram maior cepticismo em relação à intervenção governamental e menor dependência de programas de assistência social. O estado beneficia directamente da fragmentação familiar, pois agregados monoparentais e lares irreligiosos apresentam maior mobilidade, menor estabilidade económica e laços sociais mais fracos — condições ideais para justificar a presença permanente do governo na vida dos cidadãos. Fortalecer a família significa limitar o poder estatal e preservar a liberdade individual através de instituições genuinamente voluntárias.

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  • O defensor do estado socialvai compreender como a dependência do estado substitui deliberadamente as estruturas familiares e enfraquece a sociedade civil
  • O jovem casal que planeia constituir famíliavai perceber a importância de manter laços familiares fortes como forma de resistir à intervenção estatal na vida dos filhos
  • O libertário focado apenas em mercados livresvai descobrir que a luta contra o estado passa também por fortalecer instituições como a família e as comunidades locais

Substituição Institucional - O Estado usurpa sistematicamente as funções tradicionalmente desempenhadas pela família através da escolarização obrigatória, recrutamento militar, estado-social e impostos sucessórios, apresentando esta apropriação como "proteção social" quando na realidade elimina concorrência ao seu poder.
Fabrico de Dependência - O Estado promove deliberadamente uma demografia composta por pais solteiros em lares irreligiosos, pois estes apresentam maior fragilidade económica, menor envolvimento cívico e laços sociais fracos, gerando uma população permanentemente dependente das estruturas estatais em vez de redes familiares e comunitárias.
Ocultação de Causalidade - Os meios de comunicação da corrente dominante escondem a correlação direta entre o declínio acelerado da família desde a década de 1960 e o crescimento exponencial do poder estatal, apresentando a expansão estatal como resposta benévola a problemas sociais em vez de consequência planeada da destruição de instituições intermédias que historicamente limitavam a sua influência.

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