Voltar ao repositório
Como os Monarcas se Tornaram Servos do Estado
Site· Mises Portugal· Ryan McMaken, Instituto Mises Portugal

Como os Monarcas se Tornaram Servos do Estado

Resumo

Os monarcas europeus construíram as instituições que deram origem aos estados modernos, mas acabaram por perder o controlo sobre a burocracia que criaram. O que começou como governo através de laços pessoais e propriedade privada transformou-se numa máquina impessoal que ultrapassou os próprios reis. Esta evolução histórica revela como o poder centralizado tende a crescer de forma autónoma, escapando ao controlo dos seus fundadores originais.

O estado moderno expandiu o seu poder de coerção muito além do que qualquer monarca absolutista alguma vez imaginou, através de impostos, regulação e exércitos permanentes. Esta máquina burocrática perpetua-se independentemente de quem ostenta títulos nobiliárquicos ou cargos eleitorais, servindo os seus próprios interesses em vez dos cidadãos. A lição histórica é clara: concentrar poder nas mãos de qualquer governante resulta inevitavelmente na expansão do estado e na redução da liberdade individual.

Concordas com estas ideias?

Junta-te a quem defende a verdadeira liberdade em Portugal!

Quero participar!

Partilha este artigo com:

  • O estudante de história políticavai compreender como o estado se tornou uma máquina autónoma que absorveu os monarcas e criou uma burocracia permanente com os seus próprios interesses
  • O defensor da liberdade individualvai descobrir que antes do estado moderno existir, as relações de poder eram baseadas em contratos privados, propriedade e negociação voluntária entre partes
  • O cético em relação ao poder estatalvai encontrar evidência histórica de que a centralização do poder criou instituições que servem a si próprias, independentemente de quem ostensivamente as lidera

Instrumentalização Simbólica - O Estado usa os monarcas como figuras decorativas para legitimar as suas ações, apresentando-os como símbolos de «unidade nacional» quando na verdade são meros servos da máquina burocrática, como exemplificado quando o rei Felipe de Espanha foi usado para condenar os separatistas catalães.
Falsa Continuidade Histórica - Os media e o Estado apresentam as monarquias modernas como se fossem a continuação direta das monarquias dinásticas pré-estatais, escondendo que estas foram completamente absorvidas pela máquina burocrática e perderam todo o poder real, sendo agora «apêndices do estado» em vez de proprietários privados de terras.
Desvio de Atenção Mediático - Os meios de comunicação focam-se em especular sobre o futuro cerimonial da monarquia, como o possível «desmoronamento» sob Carlos III, distraindo os cidadãos do facto fundamental de que «as engrenagens do estado continuarão a girar» independentemente de quem ocupa o trono, pois o verdadeiro poder reside na burocracia estatal impessoal.

Junta-te ao movimento do Partido Libertário!

Centenas de portugueses já se inscreveram como simpatizantes. Faz parte do movimento que está a crescer pela verdadeira liberdade em Portugal!

Quero ser simpatizante!