
Sete mil euros em impostos? Não. Paga-se bastante mais!

Resumo
As manchetes sobre impostos em Portugal omitem a realidade da carga fiscal total que recai sobre os cidadãos. Somando impostos diretos, contribuições para a Segurança Social e outras receitas coercivas, o encargo real por residente ultrapassa os 12 mil euros anuais — quase o dobro do valor divulgado pela imprensa convencional. Esta distorção estatística esconde o facto de o Estado português ter aumentado a extração de recursos em 4.500 euros por pessoa em menos de uma década.
O sistema fiscal português baseia-se na confiscação coerciva do rendimento do trabalho, com uma minoria produtiva a financiar a totalidade do aparelho estatal e os seus beneficiários. As contribuições para a Segurança Social funcionam como um imposto disfarçado sobre o salário bruto, sem qualquer acumulação individual ou direito de propriedade sobre o valor entregue. A ficção do "esforço colectivo" dilui a responsabilidade e esconde quem efectivamente suporta o peso do Estado.
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- Trabalhadores do setor privado produtivo — para compreenderem que suportam o peso real de um Estado que consome mais de 12.000 euros por residente anualmente
- Contribuintes que acreditam que as contribuições para a Segurança Social constituem poupança individual — para descobrirem que financiam pensões presentes sem qualquer conta ou património em seu nome
- Leitores que confiam nas manchetes da imprensa sobre carga fiscal — para verem como os números oficiais são apresentados de forma parcial e diluída
Informações
em 23 de fevereiro de 2026
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